Pesquisa: Suplementação na recria de bovinos de corte em pastagens de capim-braquiarão na época da seca
17/01/2017

Suplementação na recria de bovinos de corte em pastagens de capim-braquiarão na época da seca

Projeto apoiado pela PETROBRAS

Experimento de suplementação na fase recria: o projeto estudou técnica e economicamente a melhor multimistura para a recria de bovinos zebuínos. O trabalho foi conduzido na Fazenda Castelo, em Barreiras-BA, no ano de 2011. Agradecimentos aos proprietários da Fazenda Castelo, parceira no projeto.

OBJETIVOS

 Objetivo geral

Avaliar diferentes estratégias de suplementação com uréia na produção de gado de corte mantidos em pastagem de capim-marandu reservada, durante a época seca do ano.

Objetivos específicos

Promover o uso de suplementos contendo uréia como solução alta relação benefício:custo para pecuária de corte nacional.

Suplementar com uréia para aumentar o consumo de forragem de baixa qualidade disponível em pastagens reservadas.

Utilizar multimisturas contendo percentuais uréia a fim de reduzir a idade de abate de quatro para dois anos.

Substituir as fontes de proteína verdadeira por nitrogênio não-proteico (NNP).

Melhorar a qualidade das carcaças e, consequentemente, da carne.

 

Realização do experimento

suplementacao pasto

Amostragem do pasto

suplementacao mistura suplementos

Mistura dos suplementos

suplementacao consumo

Avaliação do consumo dos diferentes tipos de suplementos

suplementacao comportamentosuplementacao comportamento2

Avaliação do comportamento ingestivo – equipe do NEPPA na torre de observação.

suplementacao GPD

Pesagem dos animais experimentais.

 

Resultados: Artigo científico (em breve)

 

Repercussão

TV

 

Embasamento

A bovinocultura de corte é uma das atividades agrícolas mais importantes da economia brasileira. O País possui o maior rebanho comercial do mundo, com aproximadamente 200 milhões de cabeças, composto predominantemente de animais zebuínos, anelorados, destinados à produção de carne.

A taxa de abate anual é cerca de 44 milhões de cabeças, que representa 23% do rebanho total. Esse percentual é considerado baixo, sendo diretamente influenciado pelo sistema de produção predominante, baseado em pastagens pouco produtivas e manejadas inadequadamente, resultando em fraco desempenho zootécnico e baixa produtividade.

A produção de carne nacional é pouco mais de 9 milhões de toneladas (equivalente carcaça), 7 milhões (77%) direcionadas  para o mercado interno, enquanto  2,1 milhões (23%) são exportadas, gerando divisas da ordem de 4,7 bilhões de dólares (NOGUEIRA, 2008).

Mais da metade do rebanho de bovinos está concentrado nas regiões centro-oeste e sudeste, principalmente nos cerrados. Os Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são os principais produtores nacionais.

Apesar da bovinocultura de corte representar importância impar na economia nacional, os sistemas de criação predominantes são caracterizados por baixos índices zootécnicos, principalmente devido a queda de desempenho na época seca do ano, provocado pela baixa oferta e qualidade da forragem.

A deficiência quantitativa e qualitativa da forragem reflete de maneira significativa na produção animal, tornando-se necessária a suplementação para os animais em pastagem (ZANETTI et al., 2000). A pequena quantidade de forragem disponível apresenta baixa qualidade, com teores elevados de parede celular e reduzidos valores de proteína. Em tal condição, os animais são submetidos a carências nutricionais múltiplas, e a proteína (compostos nitrogenados) assume papel prioritário, uma vez que o alimento disponível, ou a reciclagem endógena, de nitrogênio não atende aos requerimentos microbianos, incorrendo limitação no crescimento e atividade dos mesmos e queda na digestibilidade da parede celular, acarretando em redução no consumo de matéria seca e no desempenho animal (SNIFFEN et al., 1993).

O diferimento de pasto consiste em alternativa para reserva de forragem para a época seca. Entretanto, esta forragem é caracterizada por elevado teor de fibra e deficiências simultâneas de energia, proteína, minerais e vitaminas (PAULINO, 1999). Para assegurar melhoria na utilização de forragens de baixa qualidade, é necessário suprir as deficiências de nutrientes dos microrganismos ruminais, ampliando sua taxa de crescimento e a extração de energia a partir dos carboidratos da forragem, condição que pode ser alcançada com o emprego de suplementos.

As atividades dos microrganismos ruminais, principalmente os fibrolíticos, são diretamente dependentes da disponibilidade de nitrogênio amoniacal no rúmen (RUSSELL et al., 1992). Neste contexto, a suplementação com fontes de proteína de alta degradabilidade ruminal, ou nitrogênio não-protéico como a uréia, para animais em pastejo visa otimizar o crescimento microbiano, aumentando a digestibilidade, a eficiência de utilização da forragem e o consumo de matéria seca. Conseqüentemente, esta prática tem propiciado melhorias no desempenho animal em condições tropicais (PAULINO et al., 2002).

A utilização de uréia em suplementos propicia a substituição de fontes verdadeiras de proteína e busca a redução de custos com a suplementação, uma vez que a proteína bruta (PB) oriunda da uréia possui valor de mercado substancialmente inferior aos dos alimentos protéicos tradicionais. Resultados obtidos em condições brasileiras permitem evidenciar que a uréia pode substituir totalmente os farelos protéicos em dietas para bovinos em confinamento, alimentados com níveis moderados de concentrados e com potencial para ganhar aproximadamente 1 kg/dia (VALADARES FILHO et al., 2004). Contudo, resultados a respeito do potencial de utilização da uréia em substituição a fontes protéicas verdadeiras para animais terminados em pastagens ainda são escassos.

Segundo LOPEZ (1984), os suplementos protéicos (de origem vegetal ou animal) são  normalmente os compostos mais caros das rações, por isso os compostos nitrogenados não protéicos têm sido utilizados na suplementação de animais ruminantes. Eles representam uma alternativa para atender as exigências animais em proteína, ao mesmo tempo em que reduzem os custos desse nutriente (HUBER, 1984). SILVA & LEÃO (1979), relatam que Weiske e colaboradores em 1879, parecem ter sido os primeiros a sugerir o emprego de compostos nitrogenados não protéicos como substitutos da proteína em dietas de ruminantes.

Dentre os produtos mais comumente utilizados como fontes de nitrogênio não protéico (NNP), a uréia merece lugar de destaque. Segundo SILVA & LEÃO (1979), parte das exigências nutricionais em proteína dos ruminantes pode ser suprida eficientemente pela uréia, mediante o seu uso pelos microorganismos ruminais.

A uréia é um composto orgânico sólido, cristalizado por meio do sistema prismático e solúvel em água e álcool. Quimicamente é classificada como amida, daí ser considerada um composto NNP. A uréia fornecida em rações para ruminantes é hidrolisada em amônia pela urease microbiana no rúmen. Após a liberação no líquido ruminal, em decorrência da hidrólise da uréia, a amônia é fixada e transferida para os precursores de aminoácidos sintetizados com base nos carboidratos fermentáveis e, então, os aminoácidos resultantes são conjugados para formar a proteína microbiana. De acordo com HUBER (1984), a forma de nitrogênio mais utilizada por 80% das bactérias do rúmen é a amônia, portanto, uma disponibilidade adequada é necessária para o crescimento desses organismos. A amônia é o composto central para síntese de proteína microbiana no rúmen e pode surgir no rúmen por meio da degradação proteolítica do alimento (e/ou da própria proteína microbiana), ou ser proveniente da decomposição da uréia e outras fontes de nitrogênio não protéico, sejam elas provenientes da dieta ou não (ORSKOV, 1992).

Fontes de nitrogênio não-protéico, como a uréia, na nutrição de ruminantes podem ser usadas para suplementar forragem. Contudo, a uréia pode ser fatal quando fornecida em grande quantidade para animais não propriamente adaptados (MOORE, 1981).

Em virtude do mecanismo pelo qual os microorganismos sintetizam proteína microbiana a partir da amônia (resultante na hidrólise da uréia ou da degradação de aminoácidos) e de esqueletos de carbono, a manipulação adequada de uma fonte de energia, ou da relação entre energia disponível e amônia liberada, poderia incrementar mais o uso de nitrogênio não protéico (SMITH, 1992). Quanto mais uniforme for a liberação de amônia (hidrólise do NNP) e a de carbono (digestão dos carboidratos), maior vai ser a eficiência de síntese microbiana e, conseqüentemente, desempenho animal.  Não havendo uma disponibilidade adequada de carboidratos no momento da liberação da amônia no rúmen, esta amônia não foi incorporada à massa microbiana, sendo então, absorvida do rúmen para dentro da corrente sangüínea e, posteriormente, eliminada pela urina. Este processo metabólico é indesejável, pois requer o uso de energia que poderia, de outra forma, ser utilizada para a produção (S´THIAGO, 1999).

As perdas de nitrogênio amoniacal podem ser reduzidas se a taxa de fermentação dos carboidratos degradáveis no rúmen for devidamente sincronizada com a taxa de degradação de proteína, favorecendo o desenvolvimento da flora microbiana e a utilização dos alimentos (HERRERA-SALDANA et al., 1990; CAMERON et al., 2000).

Nutricionalmente, os bovinos possuem a capacidade de usar tanto proteínas naturais (farelos, forragens etc.) como o nitrogênio não protéico, ou NNP, existente na uréia + sulfato de amônio (85% de uréia + 15% de sulfato de amônio (S´THIAGO, 1999). A finalidade do sal mineral proteinado (suplemento protéico) é fornecer nitrogênio degradável no rúmen para atender a exigência mínima de 7% de proteína bruta (PB) dos microorganismos ruminais com conseqüente incremento na digestibilidade da fibra da dieta, resultando num aumento do consumo de energia pelo animal (PAULINO, 1999).

A suplementação alimentar tem como objetivos cobrir deficiências dietéticas das forragens e permitir ao animal aumentar o consumo de nutrientes digestíveis, alcançar produtividade e eficiência alimentar adequadas aos sistemas de produção e atingir peso e composição de carcaça para abate a uma idade mais jovem. O incremento no consumo de alimentos pode aumentar a disponibilidade de nutrientes para as funções produtivas, fazendo com que maior proporção da energia, proteína e minerais ingeridos seja utilizada para a produção e menor proporção, para a mantença; esta razão traduz parte da eficiência dos sistemas de produção animal (SANTOS et al., 2004).

A qualidade de uma forragem é alterada à medida que a planta amadurece, e coincide com o início da estação da seca. As alterações na planta consistem em alongamento das hastes e floração, resultando em aumentos no teor de fibra e queda no teor de proteína, com a conseqüente redução no consumo. Desta forma, o animal em pastagem de baixa qualidade não consegue alcançar sua demanda em nutrientes para manter uma curva crescente de crescimento. Este fato pode estender a idade de abate, ou de primeira cria, para além dos 36 meses. Portanto, maior precocidade dos sistemas de produção de carne a pasto só foi alcançado se houver um ajuste nutricional entre a curva sazonal de oferta das pastagens com a curva crescente de demanda do animal por nutrientes. E isto só foi possível por meio do uso da suplementação alimentar (S´THIAGO, 1999).

Na estação de seca, quando o teor de PB na forragem está abaixo de 7% (base na MS), o primeiro objetivo da suplementação seria atender à demanda das bactérias ruminais por nitrogênio. Essas bactérias, fortalecidas, foram capazes de extrair energia da pastagem ingerida pelo animal, através do processo de digestão.

Essa situação é alcançada usando-se de fontes protéicas de alta degradabilidade no rúmen (alto valor de proteína degradada no rúmen, PDR), tais como a mistura uréia + sulfato de amônio (85% e 15%, respectivamente).

A resposta animal esperada seria em termos de mantença ou leve ganho de peso vivo (até 200 g/an./dia), dependendo da disponibilidade da pastagem. A disponibilidade da pastagem é um fator essencial para se alcançar esse desempenho. O suplemento é conhecido popularmente como “Mistura Múltipla” tem na sua composição o acréscimo de fontes de carboidratos não-estruturais e o consumo pode cair de 0,3%-1,0 se o objetivo for alcançar ganhos mais elevados (S´THIAGO, 1999).

Segundo MOORE (1980), a quantidade de energia digestível oferecida pelo suplemento pode ser predeterminada, entretanto a ingestão de forragem pode diminuir grandemente, ou permanecer a mesma, dependendo da qualidade da forragem. Os efeitos podem ser de três tipos: substitutivo, aditivo e combinado. No efeito substitutivo, ocorre a diminuição no consumo de energia digestível oriunda da forragem, enquanto se observa aumento no consumo do concentrado, mantendo constante o consumo total de energia digestível. No efeito aditivo, ocorre aumento no consumo total de energia digestível em virtude do aumento no consumo de concentrado, podendo o consumo de energia, proveniente da forragem, permanecer o mesmo ou ser aumentado. No efeito combinado, observam-se ambos os efeitos, ou seja ocorre diminuição no consumo de forragem, associada ao aumento no consumo de concentrado, resultando, assim, em maior consumo total de energia digestível.

Quando os animais têm à disposição forragem ad libitum e recebem quantidade limitada de concentrado, a suplementação pode produzir dois efeitos: aditivo e substitutivo. Pode-se observar a ocorrência desses dois efeitos simultaneamente, uma vez que, além do aumento no ganho de peso dos animais que receberam suplementação alimentar, houve aumento na capacidade suporte dos pastos em 24% (EUCLIDES et al., 2001).

Durante a época seca, o ganho de peso dos animais suplementados foi relacionado negativamente com a disponibilidade de matéria seca morta e positivamente com a disponibilidade de matéria seca verde, razão forragem verde/forragem morta, proporção de forragem verde, relação folha verde/ (colmo + material morto) e proporção de folha verde na pastagem de capim-braquiária (Brachiaria decumbens) (SANTOS et al., 2004).

A suplementação permitiu a manutenção de altas taxas de lotação da pastagem durante o período experimental e melhor utilização da forragem disponível, contudo a utilização de suplemento na quantidade equivalente a níveis de 1% PV nas águas e 1,2% PV na seca, pode ter acarretado efeito substitutivo, em relação a níveis mais baixos de suplementação (FREITAS, 2005).

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