Pesquisa: Suplementação na terminação de bovinos de corte no sistema de integração lavoura-pecuária
03/10/2016

Projeto apoiado pela PETROBRAS

Experimento de suplementação na fase engorda no sistema de integração lavoura-pecuária: o projeto utilizou métodos de melhoria do ganho de peso em pastagens, após a colheita do milho. O experimento foi realizado na Fazenda Pedras, em Luís Eduardo Magalhães em 2012. Agradecimentos aos proprietários da Fazenda Pedras e FRIBARREIRAS, parceiros neste trabalho.

OBJETIVOS

Objetivo geral

Avaliar estratégias de suplementação com mistura múltipla contendo ureia sobre o consumo de suplementos, o comportamento de pastejo, o desempenho e qualidade de carne bovina oriundo de animais terminados no sistema Santa Fé de integração lavoura-pecuária (ILP).

Objetivos específicos

  • Promover o uso de suplementos contendo uréia como estratégia de suplementação proteica pela sua alta relação benefício:custo para pecuária de corte nacional.
  • Suplementar com uréia para aumentar o consumo de forragem em sistemas de ILP.
  • Favorecer o semi-confinamento utilizando misturas múltiplas ou multimisturas contendo percentuais de uréia para reduzir a idade de abate de bovinos.
  • Substituir as fontes de proteína verdadeira por nitrogênio não-proteico (NNP).
  • Melhorar a qualidade das carcaças e, consequentemente, da carne.
  • Avaliar a viabilidade econômica do sistema de integração lavoura-pecuária na região oeste da Bahia.
  • Difundir a ILP, o Sistema Santa Fé e o plantio direto na palha (PDP) entrando no processo produtivo a terminação de gado de corte com a utilização de suplementação com multimisturas contendo uréia.

Realização do experimento

area experimental ILP

Área experimental de ILP – capim Brachiaria ruziziensis após a colheita do milho

ILP preparo multimisturas

Preparo das multimisturas

ILP amostragem capim

Primeira amostragem de capim

ILP final exp

Ao final do experimento o capim estava mais escasso.

ILP comportamento 1ILP comportamento 2ILP comportamento 3

Avaliação do comportamento de pastejo

ILP abate

 

Abate dos animais experimentais

ILP abate2

Abate e avaliação das carcaças dos animais experimentais

ILP avaliacao ph carcaca

Medição do pH 24 horas post mortem

 

RESULTADOS AINDA EM PROCESSO DE PUBLICAÇÃO

Embasamento teórico

A integração agricultura-pecuária, como o próprio termo sugere, consiste na junção dos sistemas produtivos. Isoladas, as atividades têm seus custos voltadas para si próprias, integradas, as duas se complementam tanto no aspecto econômico como no temporal, quando são planejadas em conjunto, com vantagens para ambas. De um lado, a agricultura entra para diminuir os custos fixos da pecuária, recuperando e reformando as pastagens, oferecendo um retorno mais rápido dos investimentos realizados, de outro, a pecuária auxilia a lavoura, fornecendo matéria orgânica, recuperando a parte física do solo, diminuindo a incidência de pragas e doenças, quebrando os seus ciclos, e fornecendo palhada para o plantio direto.

A integração agricultura-pecuária pode ser definida como o sistema que integra as duas atividades com os objetivos de maximizar racionalmente o uso da terra, da infra-estrutura e da mão-de-obra, diversificar e verticalizar a produção, minimizar custos, diluir os riscos e agregar valores aos produtos agropecuários, por meio dos recursos e benefícios que uma atividade proporciona à outra. Dentro desse conceito, as áreas de lavouras dão suporte à pecuária por meio da produção de alimento para o animal, seja na forma de grãos, silagem e feno, seja na de pastejo direto, aumento da capacidade de suporte da propriedade, permitindo a venda de animais na entressafra e proporcionando melhor distribuição de receita durante o ano (MELLO et al., 2004).

A pecuária nos cerrados tem produtividades que oscilam entre 30 kg/ha/ano de peso vivo, nas explorações em cerrado nativo, até 1000 kg/ha/ano, alcançados por produtores de elite, com pesados investimentos em rebanhos e forragens. Entre um extremo e outro se encontra a produtividade real, em condições extensivas de pasto de braquiária e gado Nelore, de cerca de 100 kg/ha/ano (SCALÉA, 1997).

Segundo MARASCHIN (1985), as áreas de pastagens tem sido e continuarão sendo a base para a alimentação e produção animal com baixo custo, sendo que a utilização mais intensa de forrageiras cultivadas promove maior uniformidade de suprimento de forragens ao longo do ano, permitindo aumentos na eficiência de utilização dos recursos ambientais. A disponibilidade de germoplasma adequado para diferentes ecossistemas, acompanhada das técnicas de introdução em pastagens, resultaria em futuro promissor para as regiões tropicais e subtropicais. A disponibilidade de equipamentos agrícolas e as inovações tendem a facilitar o trabalho, abranger outros sistemas de uso do solo, reduzir custos e elevar a produtividade das áreas conquistadas pelas pastagens. A integração da pesquisa e extensão poderá desencadear um processo educativo promotor da adoção de novas tecnologias, incorporando a pastagem no uso do solo.

Desta forma, em resumo, o principal objetivo da integração agricultura-pecuária é aumentar a eficiência produtiva das propriedades agrícolas através da troca de benefícios entre as duas atividades, que podem ser interativas e ao mesmo tempo conservacionista, por meio da melhoria da mais importante matéria prima para o agropecuarista, que é o solo.

 

Vantagens da agricultura para a pecuária

PIMENTEL (1999)

  • Retorno rápido do capital investido;
  • Facilita a troca da espécie forrageira;
  • Produção de forragem na época crítica do ano (período da seca): aveia, milheto, sorgo (pastejo, feno, silagem), milho, sorgo, girassol (silagem);
  • Fornecimento de nutrientes: adubação residual, nitrogênio fixado pela soja;
  • Recuperação da produtividade da pastagem;
  • Economia na implantação da pastagem perene.

 

Segundo Bonilla & Grierson (1982), citados por MARASCHIN (1985), a pesquisa na integração lavoura-pecuária desenvolveu um eficiente modelo agrícola, envolvendo arroz-pastagem. Os autores citam os seguintes aspectos favoráveis: 1. a semeadura imediata à colheita permite ganhar um ano de utilização da pastagem; 2. aproveitamento da adubação residual; 3. segurança de estabelecimento, pois os resíduos da lavoura ajudam a manter a umidade do solo e a diminuir os efeitos das baixas temperaturas; 3. a competição das outras espécies (invasoras) é mínima; 4. o uso do avião assegura a semeadura no momento oportuno, independente do estado do terreno e não compete com o uso de máquinas, quando a colheita está em andamento; e 5. reduz o custo de implantação.

 

Vantagens da pecuária para a agricultura

PIMENTEL (1999)

  • Recuperação do solo (física, química, biológica);
  • Aumento na matéria orgânica;
  • Melhora a estrutura do solo;
  • Rotação de culturas (viabiliza maior número de culturas);
  • Maior armazenamento de água no solo;
  • Cobertura do solo para o plantio direto;
  • Reciclagem de nutrientes;
  • Quebra do ciclo de pragas e doenças.

 

Em sistemas de produção agrícola a fase da pastagem é importante na produção animal do sistema, mas a contribuição maior é a manutenção da fertilidade do solo, na adição de nitrogênio no sistema, ou auxiliar no controle de pragas e moléstias e de invasoras que possam reduzir a produção das culturas (MARASCHIN, 1985).

Nos solos tropicais, a matéria orgânica é sabidamente a maior responsável pela capacidade de troca de cátions (CTC), sendo que a fração mineral contribui muito pouco. Portanto, a parte orgânica é a grande fornecedora de cargas negativas para o “complexo solo”, sendo, desta forma, muito importante a sua manutenção ou aumento.

As pastagens possuem como característica, desde que bem manejadas, aumentar os teores de matéria orgânica do solo. Entretanto, segundo MACEDO (1995), surge um contra-senso, pois, com o tempo, sobem os teores totais de matéria orgânica, mas não há nitrogênio disponível suficiente para manter a produtividade, principalmente em pastagens de gramínea pura. Na verdade, o ponto crucial na sustentabilidade é libertar o nitrogênio em maiores quantidades e na velocidade apropriada sem desmontar o lado positivo dos efeitos da matéria orgânica.

 

 Vantagens da integração agricultura-pecuária

PIMENTEL (1999) e OLIVEIRA et al. (1994)

  • Aumento na produção de grãos: comparativamente, nas condições de cerrado, as produções conseguidas nas áreas onde o Sistema Barreirão foi implantado foram 20% superiores aquelas obtidas nas áreas cultivadas pelo processo tradicional;
  • Aumento na produção animal / capacidade de suporte: pode-se esperar uma duplicação ou até mesmo um maior crescimento dos rebanhos que ocupam algumas regiões do cerrado brasileiro;
  • Redução dos custos de produção;
  • Maior estabilidade econômica para o produtor;
  • Produtores mais capitalizados;
  • Melhora a fertilidade do solo;
  • Melhora a conservação do solo;
  • Geração de empregos diretos (na propriedade) e indiretos (comércio, indústria e serviços): por tratar-se de um sistema utilizado por pessoas tradicionalmente pecuaristas, a atividade agrícola cria um novo mercado de mão-de-obra;
  • Ativação dos setores secundário e terciário: em torno da agricultura e da pecuária ativa a utilização de novas máquinas, novos insumos e introdução de melhor tecnologia de produção;
  • Desenvolvimento do setor rural;
  • Desestímulo à expansão da fronteira agrícola através da abertura de novas áreas, colaborando com a preservação ecológica das matas regionais: o cerrado, já bastante mal explorado, apresenta grandes áreas passíveis de serem reaproveitadas sem haver preocupação com a devastação de novas regiões cobertas com matas originais;

 

No que diz respeito ao solo, alguns ganhos agronômicos também devem ser considerados (YOKOYAMA et al., 1998):

  • Melhoria no perfil cultural: descompactação, correção de acidez, nutrientes e matéria orgânica;
  • Redução do processo de erosão hídrica;
  • Enraizamento profundo das plantas forrageiras, contribuindo para o melhoramento do perfil cultural, abaixo do qual os implementos agrícolas convencionais não trabalham.

Na produção animal em pastagens, a disponibilidade de forragem ao longo do ano é fundamental. E no período de inverno, esta situação é crítica como estação seca de grande parte do nosso território. Neste período, é comum os animais obterem parte de sua alimentação da forragem que não foi consumida no verão. Esta forragem é insuficiente e deficiente e as perdas em performance animal são inevitáveis. Produção de silagem e feno é alternativa, mas esbarra em condições climáticas favoráveis e/ou custo de produção. Segundo MARASCHIN (1985), a produção de pastagens para o inverno seria a solução, mas a operacionalidade e os custos limitam a sua adoção. Pastagens anuais para o inverno têm sido utilizadas, mas no verão perde-se muito do potencial destas áreas. Pelo visto, segundo o mesmo autor, parece que a melhor solução seria a utilização da mesma área de terra produzindo pastagem no verão e pastagem no inverno, com espécies diferentes, consorciadas ou não. Dentro desse contexto, tem-se espaço para a integração agricultura-pecuária reduzir o problema da falta de forragem nos período seco do ano. Após a colheita da granífera, introduzi-se uma planta forrageira na mesma área. Atualmente, nos cerrados, o capim é plantado juntamente com o milho, formando grande massa de forragem, justamente no período crítico.

Desta forma, segundo Scaléa (1995), citado por SCALÉA (1997), a integração entre agricultura e pecuária nos cerrados vem solucionar problemas de três áreas específicas:

  • Da agricultura: necessidade de expansão sem avançar em áreas de floresta amazônica, recuperação da produtividade em solos degradados e urgência na adoção de uma cultura de gramínea para rotação com a soja (no caso de plantio direto, por exemplo), já que o milho parece ser economicamente inviável em boa parte dos cerrados (falta de armazéns, baixo consumo local e alto custo de frete), para fazer frente ao nematóide do cisto;
  • Da pecuária: urgência em renovar pastos com idade média entre quinze e vinte anos, melhorando a sua capacidade de suporte e implantando forrageiras mais modernas e produtivas em solos cuja fertilidade deverá ser melhorada;
  • Da sociedade como um todo: ao reduzir o ritmo de abertura de áreas novas, preservando recursos para o futuro, e ao recuperar tanto pastagens como áreas agrícolas degradadas, reduzindo problemas de erosão, assoreamento e poluição, melhorando a qualidade do ar e da água, e consequentemente da vida.

 

Segundo MACEDO & ZIMMER (1993), as grandes dificuldades da integração agricultura-pecuária residem em fornecer aos agricultores as melhores alternativas de combinações de culturas e pastagens em ciclos de agricultura e pastejo. Após a análise econômica, é preciso ter-se em conta que essas combinações precisam estar ligadas aos interesses dos sistemas de produção em uso pelos agricultores. Estes sistemas, por sua vez, são dinâmicos e se alteram em função das demandas de mercado.

A EMBRAPA desenvolveu o Sistema Santa Fé, que é o consórcio de uma cultura, especialmente o milho, o sorgo, o arroz ou a soja, com forrageiras tropicais, principalmente do gênero Brachiaria. Este sistema apresenta grande vantagem, pois não altera o cronograma de atividades do produtor e não exige equipamentos especiais para sua implantação. O sistema consiste no plantio simultâneo do cereal e da forrageira ou no plantio defasado da forrageira, aproximadamente 20 a 30 dias depois da emergência do cereal. Esse sistema objetiva a produção de grãos ou de forragem do cereal, a produção de pasto no período da seca e a palha para o sistema de plantio direto, embora possa ser empregado em sistema convencional de preparo do solo (ZANINE et al. 2006).

Os procedimentos de plantio do cereal são os tradicionais. No plantio simultâneo, dependendo da espécie da forrageira, as sementes são misturadas ao adubo do cereal. É importante cuidar para que essa mistura seja feita no dia do plantio e regular a profundidade de deposição do adubo + sementes para maior profundidade, cuidando para que não ultrapasse o limite para que haja emergência das plântulas. É desejável estabelecer uma ou duas linhas adicionais de forrageira nas entrelinhas do cereal para melhor formação da pastagem, o que vai depender do espaçamento e do equipamento de plantio disponível. Outra possibilidade é o plantio defasado da forrageira em 20 a 30 dias depois da emergência do cereal: planta-se o cereal solteiro e, quando ele já estiver estabelecido, faz-se o semeio da forrageira. Outra vez, dependendo do equipamento, esse plantio pode ser com máquinas ou faz-se sobressemeio a lanço.

O manejo do consórcio não é muito diferente do da lavoura solteira. O controle das plantas daninhas e da forrageira no consórcio é da maior importância e deve ser feito com herbicidas específicos para folhas largas e com subdosagens de herbicidas para controle das plantas daninhas de folhas estreitas seletivos ao cereal plantado. Essa subdose de herbicida causa um estresse na forrageira, com paralisação temporária do seu crescimento. Isso permite que ela não concorra por nutrientes e água durante o período crítico de competição, que vai até os 50 dias.

Quando a forrageira se refizer do estresse, o cereal já estará bem desenvolvido, restringindo a penetração de luz. Com isso, a forrageira terá o seu crescimento limitado. No início do secamento das folhas do cereal, a forrageira voltará a crescer em maior velocidade. Então a colheita não deve sofrer atraso, pois a forrageira pode crescer muito e causar transtornos (embuchamento) na colheita. Depois da colheita, deve-se fazer um pastejo rápido de formação para estimular o perfilhamento da forrageira. Em seguida à saída dos animais, a área deve ser vedada por período suficiente para rebrota e crescimento até a fase do pastejo definitivo, que ocorrerá em 60 a 90 dias, dependendo das condições do clima. Caso o cereal seja colhido para ensilagem, a área é vedada em seguida até a época do primeiro pastejo definitivo.

 

Colhe-se o milho e a Brachiaria ruziziensis fica com boa disponibilidade e qualidade, justamente numa época crítica para a criação de gado. Ao final de 6 meses, o capim-braquiária se acumula e é dessecado para o plantio direto na palha, constituindo de uma das palhas mais indicadas ao sistema.

Ao final do período de seca, a pastagem é vedada e, no início das chuvas, dessecada dando início a novo ciclo de consórcio em sistema de plantio direto ou convencional. Em muitos casos, agropecuaristas têm adotado essa tecnologia somente para recuperar ou reformar pastagens. Um programa de adubação de manutenção e de pastejo controlado tem permitido a utilização da nova pastagem por período indeterminado, com alta produtividade. Caso essa programação não seja executada, a nova pastagem se degradará em, no máximo, três anos, sendo necessário recuperá-la novamente, conforme já salientado (ALVARENGA, 2004).

No sistema Santa Fé avaliado por MAGNABOSCO et al. (2003) após a colheita do milho, a pastagem de B. brizantha (consorciada) foi vedada por 70 dias e no mês de junho foi pastejada. Os resultados mostraram uma boa lotação em ambos os períodos (águas e secas) com elevados ganhos de pesos, o que pode proporcionar o abate destes animais com idades inferiores a 30 meses. Cabe salientar que o ganho na época da seca foi elevado, acima de 1 kg/dia, pela quantidade ingerida da suplementação (0,5% do peso vivo médio diário) (Tabela 1).

Tabela 1. Desempenho animal durante o período da seca e das águas em pastagens formadas pelo Sistema Santa Fé.

Águas* Secas**
Peso inicial (kg) 243 349,9
Peso final (kg) 381 473,2
Ganho de peso diário (kg) 0,730 1,03
Taxa de lotação (UA/ha) 3,0- 4,3 2,1- 3,0

*Suplementação com mineral
** Suplementação de 2,0 kg/ animal/dia (84% gérmen de milho, 12% de farelo de girassol, 2,2% uréia, 1,8% de calcário + suplemento mineral).
Fonte: Adaptado de MAGNABOSCO et al. (2003)

O sistema Santa Fé, opção Integração Lavoura Pecuária (ILP) no Sistema Plantio Direto (SPD), foi desenvolvido na Fazenda Santa Fé, em Santa Helena de Goiás, GO, com o objetivo de produzir forragem para a entressafra e palhada para o SPD (KLUTHCOUSKI e AIDAR, 2003). No país estima-se que a área degradada de pastagens esteja na ordem de 60.000.000 ha (OLIVEIRA, 2001) e que, com a recuperação mediante esse sistema venha a ser acrescida a qualidade dos atributos físicos, químicos e biológicos de solo. SALTON et al. (1995) salientam também que com a ILP há aumento da lotação animal, otimização de maquinário e obtenção de duas safras no ano: grãos e carne/leite.

 

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